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Ana Mafalda Castro: Cravo, Práticas Colectivas e Coordenação

Professora e coordenadora do Curso de Música Antiga na ESMAE (Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto), professora de cravo na ESML (Escola Superior de Música de Lisboa) e membro da direcçaõ e professora na AMAL (Academia de Música Antiga de Lisboa), nasceu no Porto onde completou os seus estudos de piano. Entre 1983 e 1990, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e da Secretaria de Estado da Cultura, estudou cravo na Holanda com os professores Glen Wilson, Jacques Ogg e Bob Van Asperen, participando em cursos de aperfeiçoamento com os cravistas Ketil Haugsand, Robert Wooley e Annelie de Mann.

Ana Mafalda Castro, mantém uma intensa actividade artística quer a solo quer como acompanhadora tendo tocado, entre outros, com Anner Bylsma, Andrew Manze, Marie Leonhardt e Ketil Haugsand nos mais importantes Festivais do país, em Espanha, França, Irlanda, Suécia, Bulgária, Macau e México.
Fundou e dirige a Orquestra de Música Antiga da ESMAE e em 2005 a OSP (Orquestra Sinfónica Portuguesa) num concerto onde foi também solista.
Colaboradora regular das Orquestras Portuguesas, participou, entre outras, nas óperas Rinaldo de Haendel, Orfeu de Gluck (Teatro de S.Carlos) Venus e Adonis de John Blow, O Boticário de Haydn e Amor Industrioso de Sousa Carvalho ( estas últimas projectos do Estúdio de Ópera da Casa da Música do Porto), como cravista e correpetidora.
Integrada no projecto “Itinerâncias” do IPAE “8 Instrumentos, 8 Músicas”, tocou em várias cidades do País tanto a solo como em conjuntos de câmara, destacando-se o Grupo de Música Antiga Foral do qual faz parte e é co-fundadora.
Em Outubro de 2002 estreou "Il ritorno", obra composta para si por António Pinho Vargas, uma encomenda do VI Festival Internacional de Música de Mafra, tendo sido muito bem aceite pela crítica.
Em 2003 participou na Folles Journées em Nantes e na Musica-Musika em Bilbao num programa a solo e na Festa da Música em Lisboa, em várias formações, destacando-se os concertos com o pianista Pedro Burmester.
Fundou e dirige o grupo Udite Amanti, especialmente dedicado a reportório de mulheres compositoras, que logo na sua estreia no VII Festival Internacional de Mafra foi muito bem acolhido pela crítica.
Em 2005, Ana Mafalda Castro tocou no Festival Internacional de Música Antiga de San Luis Potosi no México, na Casa da Música/Porto e no CCB. Em 2006 mais uma vez participou nas Folles Journées de Nantes tendo o seu recital sido transmitido pela RTF, na Musica-Musika em Bilbao e na Festa da Música, com um programa totalmente preenchido com Sonatas de Carlos Seixas .
Juntamente com os músicos Amandine Beyer, Baldomero Barciela e Pedro Sousa e Silva fundou a Orquestra Barroca Norte do Sul.
Gravou dois CD’s, um, a solo, "Música portuguesa para tecla dos séculos XVI e XVII" (EMI-Classics, com o apoio da Comissão dos Descobrimentos) e outro com a violoncelista Irene Lima e o contrabaixista Manuel Póvoa (Numérica), que mereceram excelente acolhimento da crítica.. Fez ainda várias gravações para a Rádio e Televisão, destacando-se a sua participação em Estocolmo na homenagem a José Saramago quando da entrega do Prémio Nobel da Literatura em 1998.



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Magna Ferreira, canto

Natural de Estarreja, estudou Piano e Canto no Conservatório de Música de Aveiro e na Escola Profissional de Música do Porto. É Licenciada em Canto pela Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo, na classe da Prof. Fernanda Correia, e Mestre em Estudos da Criança, especialização em Educação Musical, pela Universidade do Minho, onde defendeu a tese sobre o tema “Contributos para um Cânone da Ópera Infantil Portuguesa”. Foi membro do Estúdio de Ópera da Casa da Música onde trabalhou com Peter Harrison, entre outros. Frequentou diversas Masterclasses de Canto com Palmira Troufa, António Salgado, Rudolf Knoll, Lorraine Nubar, Dalton Baldwin, Jeff Cohen, enter outros. Frequentou Masterclasses de Música Antiga com Jill Feldman, Ana Mafalda Castro, Richard Levitt, David Mason, Richard Gwilt, entre outros. Frequentou Masterclasses de Direcção Coral com Gerald Kegelman, Cara Tasher, Johan Duyck, Enrique Azurza, Paulo Lourenço, entre outros e de Direcção Orquestral com Cesário Costa, Alexander Polischuck, Ernst Schell, entre outros.
Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, premiada no Concurso Nacional de Canto da Juventude Musical Portuguesa (1996) e recebeu uma Bolsa de Mérito do Instituto Politécnico do Porto, no ano de 1999.
Como solista, destaca-se a sua participação na estreia mundial de “Canticum Canticorum”, de João Heitor Rigaud; na ópera “The three sisters”, de Ned Rorem; na estreia moderna de “Joaz” (no papel de Athalia), de Benedetto Marcello; na estreia moderna de repertório do Convento de Avé Maria no Porto (Séculos XVIII e XIX). Tem cantado com diversas formações, entre as quais, os grupos “Udite Amanti” e “A Imagem da Melancolia”, “Remix Ensemble”, “Remix Orquestra”, Orquestra “Artave”, Orquestra “Sine Nomine”, Orquestra do Norte e Orquestra do Minho. Cantou sob a direcção dos músicos Ana Mafalda Castro, Pedro Sousa Silva, Jeff Cohen, Richard Gwilt, Peter Bergamin, Roberto Perez, José Luís Borges Coelho, entre outros. Enquanto cantora trabalhou com os encenadores Cornelia Geiser, Giuseppe Frigeni, Lorna Marshall, entre outros.
Como maestrina tem dado especial importância à Música Portuguesa e à Música Vocal para a Infância. Colaborou com o Serviço Educativo da Casa da Música, com destaque para a preparação vocal da obra “Da primeira liberdade” (estreia mundial no concerto pré-inaugural do Grande auditório da Casa da Música), de Fernando Lapa. Dirigiu diversos coros e a estreia de obras de vários compositores portugueses, nomeadamente dos compositores João Heitor Rigaud, Nuno Peixoto, Pedro M. Santos, Fernando Valente, Eugénio Amorim, Sérgio Azevedo, Gonçalo Lourenço, entre outros. É uma das personalidades presentes no guia mundial de música coral “Who is who in Choral Music”.
Gravou o CD “Boca” (lançamento em 2004) para a companhia Teatro Bruto, o CD “Despiques”, dirigindo o Coro de Câmara de São João da Madeira, para a editora “Public-Art” (lançamento em Março de 2008) e o CD “Consort Português Mal Temperado”, com o grupo “A Imagem da Melancolia”, para a editora “Challenge” (lançamento em 2009). Gravou para a Antena 2 e para a Deutsche Radio.
Em teatro colaborou, enquanto preparadora vocal, com o Teatro Bruto, Teatro de Marionetas do Porto e Teatro Nacional de São João. Compôs as canções para a peça “Boca” da companhia Teatro Bruto.
Leccionou em diversas instituições, nomeadamente no Conservatório da Jobra, Academia de Música de Guimarães, CCM/Artave, Balleteatro, Academia de Música de Espinho, Universidade do Minho e ESMAE. Actualmente é professora de Coro no Conservatório de Música do Porto.


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Amandine Beyer, violino e viola barroca

Nascida em 1974 em Aix-en-Provence (frança), inicia os seus estudos de violino com Auréila Spadaro. Em 1994 obtém o premier prix no Conservatório Nacional Superior de Música de Paris, em 1996 uma pós-graduação em musicologia, dois anos mais tarde o certificado de aptidão para o ensino de música antiga e finalmente em 1999 o diploma de solista em violino barroco na Schola Cantorum de Basileia, na classe de Chiara Banchini.
Mesmo antes de de terminar os seus estudos inicia uma carreira de solista que a conduz a tocar com alguns dos ensembles internacionais de maior prestígio, tais como Mala Punica, Le Concert Français, El Ayre Español, La Fenice, Concerto Vocale, La Capella Reial de Catalunya, La Fenice, Academia Montis Regalis...
Em 1998, com o seu grupo L'Ensemble des Honnestes Curieux, ganha o primeiro prémio e o prémio especial do júri do concurso de Roveretto (Italia). Em 2000 é laureada pela fundação Juventus, que reúne os jovens solistas europeus mais prometedores. Em Fevereiro de 2001 ganha também o primeiro prémio do concurso de violino barroco Antonio Vivaldi em Turim.
Recentemente desenvolve o seu interesse pela pedagogia sendo professora nos estágios de orquestra da Academia Montis Regalis (Itália), nos cursos de Barbaste (França) e na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto.
Amandine Beyer gravou para as etiquetas Zig-Zag-Territoires, Erato, Harmonia Mundi France, Alpha et Opus 111, e ainda para inúmeras rádios e televisões europeias: France Musique, France Culture, Radio Classique, WDR, ORF, Mezzo, France 3, la RAI...


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Pedro Sousa Silva, flauta, interpretação historicamente informada, práticas colectivas

"Um dia ouvi um concerto e a minha vida mudou". Assim, parafraseando um personagem de Pamuk, poderia começar a biografia de Pedro Sousa Silva. Esse evento, vagamente situado no ano de 1990, marca o início de uma viagem que nos traz a este momento e a este local.
Foram sobretudo os encontros que mapearam o percurso: Pedro Couto Soares na Escola Superior de Música de Lisboa e, mais tarde, Pedro Memelsdorff na Civica Scuola di Musica em Milão foram mestres que deixaram marca indelével, e cujos ensinamentos são o fundamento da expressão de Pedro enquanto intérprete. Outros ainda - como Ana Mafalda Castro, Jill Feldman, Kees Boeke, Miguel Ribeiro Pereira ou Rainer Zipperling - ofereceram lições que até hoje não chegaram ao fim.
Pedro tem a enorme felicidade de poder contar com os melhores companheiros de viagem que poderia desejar. Músicos como Amandine Beyer, Ana Mafalda Castro, Andrea Fossà, Andrea Guttmann, Baldomero Barciela, Ignazio Schifanni, Marcos Magalhães, Olavo Barros, Pedro Couto Soares, Pedro Castro ou Ronaldo Lopes são, para além de cúmplices, fonte inesgotável de inspiração e entusiasmo.
Consequência da sua especialização num instrumento – a flauta de bisel - e num reportório – a polifonia anterior a 1750 - Pedro é convidado regular de vários grupos de música antiga, mas é com os seus projectos L’Universo Sommerso e A Imagem da Melancolia que desenvolve a maior parte da sua actividade concertística. A postura artística de Pedro, reflectida nos seus grupos, assume a Música como uma das três vias possíveis para se fugir à Morte (sendo as outras a Poesia e o Amor), recusa o entretenimento como elemento inerente à Arte e coloca o intérprete numa posição de intermediário idealmente invisível entre a Música e o Ouvinte. Enquanto intérprete, Pedro apresentou-se em inúmeros pontos de Portugal, Espanha, França, Itália, Suíça e Holanda e gravou discos com as Vozes Alfonsinas, o Coro Gulbenkian e A Imagem da Melancolia , sempre utilizando cópias de instrumentos originais construídas pelos seus amigos Adrian Brown, Luca de Paolis e Monika Musch.
O ensino é outra das expressões de Pedro enquanto músico, dedicando-lhe parte considerável do seu tempo. Demonstrando-se que o destino é um ironista (ou, segundo outra versão, que a vida tem muitas esquinas), é no local onde escutou o concerto referido no exórdio que exerce funções docentes, mais concretamente no Curso de Música Antiga da Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo, no Porto. É também convidado frequentemente para leccionar em cursos de aperfeiçoamento, tanto em Portugal como no estrangeiro.
Porque não há duas sem três, Pedro encontra na pesquisa outra vertente da sua profissão. Após realizar estudos de musicologia na Universidade Nova de Lisboa, prepara agora uma dissertação de doutoramento sobre o manuscrito Braga 964 na Universidade de Aveiro.
Nos poucos momentos em que não está ocupado a ser músico, Pedro gosta de olhar para o mar, ou de fazer outra coisa qualquer.


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Olavo Barros, traverso

Olavo Tengner Barros nasceu em Coimbra a 12 de Setembro de 1957.
Iniciou os seus estudos de flauta transversal com Eduardo Lucena, tendo-se diplomado pelo Conservatório de Música do Porto. Prosseguiu os seus estudos musicais na Holanda onde obteve o diploma de solista (U.M.) na Academia Superior de Artes Constantijn Huygens em Zwolle sob a orientação do professor Jorge Caryevschi.
Como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, estudou flauta com Abbie de Quant e traverso com Marten Root no Conservatório de Utrecht.
Frequentou cursos de interpretação de música contemporânea com Pierre-Yves Artaud e de música barroca com David Reichenberg, Phillipe Suzanne, Wilbert Hazelzet e Marc Hantai.
Obteve em 1984 o 1º prémio do Concurso de Música de Braga e em 1988 o 1º prémio (nível superior) do Concurso da Juventude Musical Portuguesa .
Como solista actuou com a Orquestra Sinfónica da RDP Porto sob a direcção dos maestros Costa Santos e Gunther Arglebe, com a Orquestra Gulbenkian sob a direcção do maestro Max Rabinovitsj e com a “Orquestra Filarmonia das Beiras” sob a direcção do maesto António Lourenço. Colaborou com as orquestras: "Sinfónica da RDP Porto", "Régie Sinfonia", Gulbenkian e “Sine Nomine”. Foi solista na "Camerata Musical do Porto" e flautista principal na "Orquestra do Norte". É membro dos grupos "Música Nova", "Segréis de Lisboa", "Capela Real" e "Flores de Música". Forma duos regulares com o guitarrista Paulo Vaz de Carvalho (duo "Iter") e com a pianista Irene Bessa Alves. Fundou, em 1999, juntamente com a cravista Cândida Matos, o grupo “Contraverso”, que se dedica à execução de música de câmara barroca. Em 2002, formou o grupo “D’Amore”, com Jean-Loup Leconte (Viola d’Amore e violeta) e Mário Carreira (Viola francesa do séc.xix), abordando repertórios do barroco tardio ao início do romantismo. É membro fundador do “Portogalante Ensemble”. Integra ensembles e orquestras de jazz, tendo sido dirigido por Maria Schneider, Carlos Azevedo, Pedro Guedes e Gianluigi Trovesi.
Tem colaborado na apresentação e divulgação de obras inéditas de compositores portugueses.
Dirigiu masterclasses em S. João da Madeira nos "Encontros de Música de Vila Real", nos "Cursos de Verão de Oliveira do Bairro", na Escola Profissional de Mirandela e no Conservatório do Funchal. Lecciona flauta transversal no Conservatório de Música do Porto e na Escola Superior de Música de Lisboa. É professor de traverso na Área de Música Antiga da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto.


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Olavo Barros, oboé barroco

Pedro Lopes Castro nasceu em 1977 no Porto. Diplomado pela Escola Superior de Música de Lisboa sob a orientação de Pedro Couto Soares e pelo Conservatório Real de Haia na Holanda sob a orientação de Sebastian Marq (flauta) e Ku Ebbinge (oboé barroco), Pedro Castro apresenta-se regularmente em público tanto na flauta de bisel como no oboé barroco.Como especialista da interpretação de música antiga em instrumentos da época toca frequentemente em pequenos agrupamentos de câmara e é convidado a trabalhar com grupos em Portugal e no estrangeiro tais como: Orquestra Barroca da União Europeia, Capela Real, Flores de Música, Orquestra Barroca da Covilhã, Orquestra do sec. XVIII (Holanda), Orquestra Barroca da Noruega e Orquestra Divino Sospiro. Teve assim oportunidade de trabalhar sob a direcção de Roy Goodman, Stephen Bull, João Paulo Janeiro, Jaap ter Linden, Alfredo Bernardini, Frans Bruggen, Elizabeth Wallfish e Enrico Onofri. Apresentou-se em Portugal, Holanda, Brasil, França, Noruega, Dinamarca, Espanha, Alemanha e Polónia.Foi bolseiro do Centro Nacional de Cultura. Participou em vários dos cursos da Academia de Música Antiga de Lisboa, dos Encontros com o Barroco, da Casa de Mateus e da Universidade de Salamanca onde teve aulas com Peter Holstlag, Gabrielle Whal, Ricardo Kanji na flauta de bisel e Ku Ebbinge e Peter Frankenberg no oboé barroco.


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Hugues Kesteman, fagote barroco

Obteve os primeiros prémios de Fagote e de música de câmara no Conservatório Real de Música de Bruxelas. Aperfeiçoou-se com o Mestre Albert Hennige em Detmold (Alemanha). Estudou música antiga com o oboista Paul Dombrecht. Foi fagote e contrafagote na Orquestra de Liége (Bélgica) e primeiro-fagote solo na Rádio e Televisão Belga e na Regie Sinfonia do Porto. Actuou por toda a Europa, Estados Unidos, Brasil, Perú, Índia e Macau com La Grande Ecurie et la Chambre du Roy, Concerto Koln, Les Musiciens du Louvre, Ensemble Rumein (com Sabine Meyer), Concerto Armónico Budapest, Foral e Quinteto Artziz entre outros. Participou em várias gravações de CDs com Octophoros, Wiener Akademie, Segréis de Lisboa e Arte Real Ensemble. Como professor criou cinco cursos de fagote na Bélgica. Em Portugal criou o curso de fagote na Escola Profissional do Vale do Ave, na Escola Profissional de Viana do Castelo e no Conservatório do Porto. Deu Master Classes nos Estados Unidos. Actualmente é professor na Escola Superior de Música do Porto (E.S.M.A.E.). Foi Professor no V e VI Cursos de Verão Jovens Músicos em Caldas da Rainha.



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Ronaldo Lopes, alaúde, práticas colectivas

Cursou o Conservatório Nacional Superior de Música de Lyon (França) na classe de Eugène Ferré, obtendo o Diploma Nacional de Estudos Superiores Musicais com especialização em alaúde barroco e renascentista. Paralelamente, obteve uma pós-graduação em musicologia pela Universidade Lumière de Lyon. Actualmente residindo em Paris, prossegue os estudos em musicologia na Universidade de Paris-Sorbonne e leciona alaúde no Conservatório Municipal de Meaux. Desenvolve intensa actividade como concertista, integrando diversas formações dedicadas à interpretação da música dos séculos XVI ao XVIII : Elyma (dir : Gabriel Garrido), Les Sacqueboutiers de Toulouse (dir : Jean-Pierre Canihac), La Grande Ecurie et la Chambre du Roy (dir : Jean-Claude Malgoire), l’Assemblée des Honnestes Curieux (dir : Amandine Beyer), Les Passions – Orchestre Baroque de Montauban (dir : Jean-Marc Andrieu), A Sei Voci (dir : Bernard Fabre-Garrus), entre outros.